POR
AMOR (David Hollander).
O filme traz a história de um jovem atormentado pela morte de sua
irmã, que busca vingança ao menos pelos caminhos da Justiça Penal.
Nas idas ao Fórum, onde acompanha rigorosamente as sessões do
processo movido contra o suspeito do assassinato, ele conhece uma
mulher mais velha que, assim como ele, traz feridas emocionais na
alma e também busca por Justiça. As dores que ambos sentem acabam
por aproximá-los e, em pouco tempo, eles deixam de ser apenas duas
pessoas estranhas e passam a ter um significado maior na vida um do
outro. É uma bonita história sobre superação da dor da perda.
sábado, 23 de novembro de 2013
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
PODER
ALÉM DA VIDA (Victor Salva).
Inspirado em uma história real, o filme conta a história de Dan
Millman, um talentoso ginasta que sonha com o ouro olímpico. Ele tem
tudo: troféus, amigos, festas, aventuras e belas garotas.
Entretanto, seu mundo vira de cabeça para baixo quando conhece um
misterioso e surpreendente empregado de uma loja de conveniências,
que assume o papel de um mestre em sua vida. Após sofrer um acidente
de moto, Dan descobre que ainda há muito a aprender e muito mais
para deixar para trás, antes de se tornar um “Guerreiro da Paz”
e encontrar o seu caminho. Aprende, sobretudo, que a felicidade e a
paz não são um fim, mas são o próprio caminho. E acaba
redescobrindo o amor pelo esporte no simples ato de praticá-lo e não
nas ilusões e frustrações das competições e medalhas. É uma
comovente história sobre o poder do espírito humano.
PIXOTE,
A LEI DO MAIS FRACO (Hector Babenco).
Clássico nacional dos anos 80, o filme conta a história de um
menino abandonado por seus pais que vive na marginalidade. Trata-se
de um retrato da realidade de muitas crianças e adolescentes no
Brasil que, diante da escassez de oportunidades, do abandono por
parte da família e do descaso e abuso por parte das autoridades
públicas, escolhem trilhar a vida do crime. Pixote torna-se
traficante de drogas, cafetão e assassino, com apenas onze anos de
idade.
PEQUENA
MISS SUNSHINE (Jonathan Dayton / Valerie Faris).
O
filme conta a história de uma família de classe média
norte-americana, desestruturada e em crise. Richard é o pai dessa
família. Ele se considera um guru de auto-ajuda. Escreveu um livro
com nove passos para quem deseja alcançar o tão sonhado “sucesso
americano”, embora ele mesmo seja um “perdedor” para os moldes
de seu país. Ele sonha em conseguir publicar o livro, ficar famoso e
ser convidado para palestras e seminários importantes. Mas nem mesmo
sua própria mulher acredita muito em seu talento. Seu pai é um
velho desagradável e viciado em heroína, que foi expulso do asilo.
Ele tem a mania de fazer comentários indecentes e inconvenientes nas
horas mais impróprias. Seu cunhado é um professor universitário de
filosofia, deprimido e gay, que acaba de tentar o suicídio após ser
abandonado pelo amante. Seu filho mais velho é obcecado pela obra de
Nietszche e sonha em ser piloto de avião. Ele fez um voto de
silêncio até conseguir realizar o sonho. Sua filha é uma
pré-adolescente gordinha, de óculos e desengonçada, que é
obcecada por concursos de beleza infantis. Quando a menina consegue
ser classificada para disputar o concurso “Pequena Miss Sunshine”,
na Califórnia, a família se vê na obrigação de viajarem todos
juntos para acompanhá-la. A bordo de uma velha Kombi amarela, eles
fazem uma viagem de três conturbados dias, cheios de surpresas e
incidentes que irão, finalmente, unir a todos. O filme é uma
bem-humorada crítica ao “american way of life”, à
competitividade, à obsessão pelo sucesso e ao repúdio aos “losers”
que caracteriza os costumes americanos, onde nem as crianças são
poupadas. Desperta, assim, uma boa reflexão sobre como esses
elementos têm influenciado a estrutura familiar e sobre a
necessidade de aprender a conviver com o diferente.
PEARL
HARBOR (Michael Bay).
Uma superprodução épica que relata o repentino e devastador ataque
japonês à base militar norte-americana em Pearl Harbor no dia 7 de
dezembro de 1941. Um ato que chocou o mundo e afetou milhares de
pessoas, colocando definitivamente os Estados Unidos na Segunda
Guerra Mundial. O filme apresenta um romance baseado no episódio e
peca por apresentar apenas a visão estadunidense dos fatos,
sugerindo uma glorificação dos seus “heróis” de guerra e uma
tentativa de justificar o revide norte-americano. Mesmo assim, é um
filme excelente para quem deseja entender melhor os acontecimentos
que marcaram a Segunda Guerra Mundial.
PATCH
ADAMS – O AMOR É CONTAGIOSO (Tom Shadyac).
Baseado numa história verdadeira, o filme conta a história de um
médico que não parece, age ou pensa como nenhum doutor que você
conheceu antes. Para o Dr. Patch Adams, interpretado por Robin
Williams, humor é o melhor remédio, e ele está disposto a fazer de
tudo para que seus pacientes sorriam - mesmo que isto signifique
arriscar sua própria carreira.
PARANÓIA
AMERICANA (Jeff Renfroe).
Terry Allen, após perder seu emprego, próximo de 11 de setembro, é
bombardeado por notícias de terrorismo. Fica obcecado e desconfia
que seu vizinho, um suposto estudante islâmico, é um perigoso
terrorista internacional. Dessa forma, passa a usar seu tempo livre
para investigá-lo. Enquanto descobre cada detalhe da vida do
enigmático vizinho, Terry não percebe que está entrando em um jogo
perigoso contra seus próprios medos, numa paranóia sem fim. Essa
guerra seria realmente fruto de sua imaginação ou ele estaria
prestes a impedir outro ataque terrorista contra os EUA?
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